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Salve, salve galera,

Continuando nossos posts sobre customização de build process template, hoje vamos ver como criar as nossas próprias atividades dentro do workflow. Com isso ganhamos um “poder” surpreendente para estendermos nosso build. Um exemplo que acredito ser bem lúdico é a copia do conteúdo do build para um servidor FTP (antes que questionem, sim existe um pacote de atividades que contém uma atividade dessa, que pode ser visto aqui, só estou dando o exemplo para ficar claro).

Vamos começar a brincar ???

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Salve, salve galera, o feriadão passou então aqui estamos mais uma vez….

Dessa vez falaremos de uma dica então vou ser bem rápido.
A algum tempo fiz um post sobre o build de Java no TFS (quem não tiver visto e se interessar é só clicar aqui) , porém passou despercebido um ponto muito interessante “e se eu tiver testes JUnit no meu projeto e quiser ver a saída desses testes ?”
Bom primeiramente vamos esclarecer algumas coisas

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Salve, salve galera !!!

Prosseguindo com o nosso assunto de customização de build process template, nesse post vamos começar a entender o que são os componentes do build process template e como podemos utilizá-los. Mas antes de prosseguir quero fazer um complemento ao post anterior (Parte 1) eu acabei passando por cima das diferenças entre Variáveis e Argumentos. Basicamente as diferenças são que as variáveis tem um escopo definido e delimitado (por exemplo a uma atividade específica) e os argumentos são os valores informados na criação da definição de build visíveis em todo o workflow.

Mas conforme prometido deixemos de lero-lero e vamos por mão na massa.

Nesse post vamos ter um panorama geral de como editar o workflow adicionando atividades e editando-as de maneira estática no primeiro momento.

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Salve, salve galera,

Atualmente temos visto que muitos órgãos do governo e outras entidades tem adotado o envio de documentos digitais, tais como NF-e, CT-e, SPED, etc, visando uma maior eficiência na apuração e identificação de fraudes. Existe um assunto que é comum em todos esses tramites de dados, o arquivo enviado geralmente (não sempre) é um arquivo XML, e na maioria das vezes é um documento assinado digitalmente com o certificado digital do emissor.

Nesse post, vou mostrar de uma maneira bem simplista e prática como assinar o conteúdo de uma TAG XML e adiciona-la ao respectivo arquivo para fazer o envio do mesmo. Vale lembrar pessoal que a forma que vou mostrar aqui utiliza o certificado A1, e é aceito pelos serviços relacionados a NF-e, se existem variantes desse ou se outros órgãos tem outras restrições é uma questão de analise de caso-a-caso.

Bom mais vamos deixar de bla-bla-bla e vamos por a mão na massa.

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Salve, salve galera,

Muita gente já precisou em algum momento gerar um classe que representasse um schema XML para poder utiliza-la como Model em alguma aplicação. Hoje em dia com a crescente demanda por emissão de documentos fiscais eletrônicos  (NFe, CTe, MDFe) a implementação nos sistemas legados tem se tornado alta.

Porem temos um problema muito grande, o schema XML da NFe por exemplo , tem muitas tags, e tipos complexos, o que demanda muito tempo de escrita de codigo, para minimizar (nao eliminar :D) esse problema, temos um recurso muito interessante no Visual Studio que nos permite criar uma classe apartir de um schema XML. Vamos ver ???

Primeiramente precisamos de um schema XML para trabalhar, nesse caso vou utilizar o schema atual da NFe.

Schema1

Tendo escolhido nosso schema, precisaremos abrir o Prompt de Comando do Visual Studio e nos dirigirmos ate a pasta onde se encontram esses schemas, no meu caso, esta nesse caminho

C:ProgramDataMicrosoftWindowsStart MenuProgramsMicrosoft Visual Studio 2012Visual Studio Tools

Schema2

Agora, para criarmos nossa classe basta utilizarmos o seguinte comando:


xsd.exe xmldsig-core-schema_v1.01.xsd nfe_v2.00.xsd /c

Teremos o seguinte resultado.

Schema3

Agora basta adicionarmos a classe gerada (que fica a principio com o mesmo nome do schema utilizado) e utiliza-la.

Segue um printzinho para termos uma ideia.

Schema4

 

Pessoal de uma maneira bem simples , temos uma classe Model do nosso schema, lembrando que, poderemos ter diferenças de funcionamento a cada conteúdo de schema (tipos complexos, e tudo mais). Mas isso já ajuda bastante.

Por hoje paro por aqui, espero ter ajudado.