Trabalhando com Local e Server workspaces no TFS

Salve, salve, galera….

Hoje vamos falar sobre um assunto que não é tão novo quando falamos de TFS, mas que gera uma certa dúvida para quem implementa e tem que tomar a decisão de quais as melhores práticas para se implantar o TFS: a escolha entre LOCAL e SERVER WORKSPACES.

Antes de falarmos quando devemos/podemos e por que utilizar uma ou outra vamos citar particularidades de ambas para podermos assimilar melhor.

Mas antes disso o que são as WORKSPACES ???

Uma workspace é um local reservado onde temos uma cópia do código em que estamos trabalhando. Quando um desenvolvedor altera o código ele está alterado na workspace, quando ele faz check-in então temos o envio para o version control do TFS. Cada workspace trabalha de forma isolada das outras. Podemos ter uma workspace para toda a solução que estramos trabalhando , podemos ter uma workspace para cada branch que vamos desenvolver e assim por diante.

Passada a definição de workspace, vamos entender os tipos de workspace disponíveis para nós no TFS.

Local Workspace

A local workspace é uma cópia do código, um espaço reservado que fica na máquina do desenvolvedor. Esse modo de trabalho consegue trabalhar sem nenhum problema desconectado da rede de origem do código ou mesmo com grandes oscilações.

Server Workspace

Quando falamos em server workspaces estamos nos referindo a um espaço dentro do servidor do TFS onde temos uma cópia dos arquivos em uso ( e não de todo o código como no local wokspace). Nesse modo temos uma dependencia muito grande de rede para podermos trabalhar tranquilo.

E quando devemos optar por uma ou pela outra ???

Local

– Quando quisermos trabalhar off-line de maneira simples, uma vez que estamos falando de uma cópia desconectada do servidor. Vemos muito isso em ambientes onde a infraestrutura não comporta o tráfego ou é um pouco “arcaica”.
– Quando quisermos restaurar de maneira simples arquivos que foram “sem querer” excluídos: quase nunca presenciamos essa situação não é ? Quando falamos de local workspace temos a facilidade de restaurar arquivos removidos por equivoco.

Server

– Quando formos trabalhar com muitos arquivos (mais de 100.000) temos um ganho de performânce uma vez que o responsável por gerenciar isso é o servidor do TFS. Há uma otimização nesses arquivos.
– Quando quisermos trabalhar com bloqueio de check-out permitindo que apenas um desenvolvedor trabalhe em cada arquivo por vez. Além de poder acompanhar quem está “check-outando” cada arquivo.
– Quando quisermos trabalhar com versões 2010 ou anteriores do visual studio (quase nunca acontece também :D).

Essas são algumas caracteristícas importantes que devemos analisar quando formos fazer a configuração de um ambiente de TFS (mas não são as únicas). Como quase sempre acontece, não temos uma receita de bolo, temos que ser bem analiticos e entender todo o cenário que temos a frente para tomar a melhore decisão.

Caso tenha ficado alguma dúvida, se sintam a vontade de entrara em contato para batermos um papo.

Até a próxima galera !

 
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